E quando não existe alicerce, quando o pilar falha, queremos e precisamos de uma mão...viver sozinha, só com a nossa força e o sorriso de duas crianças.
A força, onde está...também falha, também se perde por entre os dedos, e torna-se em algo esbatido...sem cor!
E restam os sonhos de menina, de amar, de partilhar...de ter um pilar...
E apesar de já ser crescida, tive de crescer...amadurecer...lutar! E ser quem sou, forte e frágil, menina mulher que um dia sonhou, não que não o continue a fazer, faço é mais que certo, mas às vezes perdida nos pensamentos...esvaecida....e o que fica...
O melhor ainda está para vir!!! Eu quero e acredito...o melhor ainda está para vir...só assim podemos viver e temos de viver...esquecer o que fica lá atrás!!!
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Amizades perdidas no tempo!
Setembro de 1994
E ali estava eu, perdida, tudo soava a novo, rostos, atitudes, conversas...
A apresentação foi longa, pois havia muito para falar, o professor era carismático, diferente, com um jeito cómico, muito particular.
E ali estávamos, quase 30 alunos a olharmos uns para os outros...desconhecidos...
A minha atenção prendeu-se para um rosto no canto da sala, daqueles que olhamos, não conhecemos, mas reconhecemos, a sua fragilidade era notória e apesar da sua postura descontraída, eu sabia...via que era frágil. No final resolvi me aproximar, trocamos meia dúzia de palavras, combinamos nos encontrarmos no dia seguinte e assim aconteceu, afinal estudávamos na mesma escola, na mesma turma...
E a empatia surgiu e logo desenvolvemos uma amizade tão pura e verdadeira, tinha acabado de ganhar um irmão...
Os dias foram passando, e já não fazíamos nada um sem o outro, as nossas conversas eram transcritas em papel, imortalizadas (ainda as guardo comigo), acabamos por tornar isso em algo nosso, único.
As pessoas falavam que talvez pudéssemos ser namorados, más línguas como muitas há sem nada para fazer.
A amizade ia crescendo a olhos vistos, um já sabia o que o outro pensava apenas com o olhar, e dizíamos um para o outro...porque não nascemos irmãos...E era incrível como eu encontrava a minha tranquilidade naquela figura frágil...
Inesperadamente a vida acabou por nos afastar, o José Luís mudou, pensava eu, onde está o meu amigo...a verdade é que aconteceram tantas atrocidades na sua vida e eu apesar de estar sempre presente, não tive força suficiente para o abraçar e manter junto a mim.
Perdi o meu "irmão" no tempo, os anos foram passando e ainda recordo com saudade as risadas que demos juntos, as lágrimas que choramos.
Lembro-me que o encontrei por acaso numa tarde de Sábado e ai percebi que aquele rapaz de olhar frágil, doce, havia mudado, estava distante quase que parecia deambular...trocamos o número de telefone, tinha esperança de resgatar o meu AMIGO...mas voltei a perdê-lo.
A verdade é que não sei nada dele há anos, mas não há um dia que o meu coração não recorde com saudade todos os momentos que vivemos...
A ti José Luís...o melhor amigo de sempre...amizade perdida no tempo mas jamais esquecida...
A amizade verdadeira são pedaços de alma, que jamais terá fim...
A música que cantávamos juntos...
E ali estava eu, perdida, tudo soava a novo, rostos, atitudes, conversas...
A apresentação foi longa, pois havia muito para falar, o professor era carismático, diferente, com um jeito cómico, muito particular.
E ali estávamos, quase 30 alunos a olharmos uns para os outros...desconhecidos...
A minha atenção prendeu-se para um rosto no canto da sala, daqueles que olhamos, não conhecemos, mas reconhecemos, a sua fragilidade era notória e apesar da sua postura descontraída, eu sabia...via que era frágil. No final resolvi me aproximar, trocamos meia dúzia de palavras, combinamos nos encontrarmos no dia seguinte e assim aconteceu, afinal estudávamos na mesma escola, na mesma turma...
E a empatia surgiu e logo desenvolvemos uma amizade tão pura e verdadeira, tinha acabado de ganhar um irmão...
Os dias foram passando, e já não fazíamos nada um sem o outro, as nossas conversas eram transcritas em papel, imortalizadas (ainda as guardo comigo), acabamos por tornar isso em algo nosso, único.
As pessoas falavam que talvez pudéssemos ser namorados, más línguas como muitas há sem nada para fazer.
A amizade ia crescendo a olhos vistos, um já sabia o que o outro pensava apenas com o olhar, e dizíamos um para o outro...porque não nascemos irmãos...E era incrível como eu encontrava a minha tranquilidade naquela figura frágil...
Inesperadamente a vida acabou por nos afastar, o José Luís mudou, pensava eu, onde está o meu amigo...a verdade é que aconteceram tantas atrocidades na sua vida e eu apesar de estar sempre presente, não tive força suficiente para o abraçar e manter junto a mim.
Perdi o meu "irmão" no tempo, os anos foram passando e ainda recordo com saudade as risadas que demos juntos, as lágrimas que choramos.
Lembro-me que o encontrei por acaso numa tarde de Sábado e ai percebi que aquele rapaz de olhar frágil, doce, havia mudado, estava distante quase que parecia deambular...trocamos o número de telefone, tinha esperança de resgatar o meu AMIGO...mas voltei a perdê-lo.
A verdade é que não sei nada dele há anos, mas não há um dia que o meu coração não recorde com saudade todos os momentos que vivemos...
A ti José Luís...o melhor amigo de sempre...amizade perdida no tempo mas jamais esquecida...
A amizade verdadeira são pedaços de alma, que jamais terá fim...
A música que cantávamos juntos...
terça-feira, 4 de outubro de 2011
A Incerteza do destino (Parte 2...e final)
Afinal não é assim tão difícil...viver...ultrapassar...renovar, mesmo que por vezes achemos que não há saída, que não há propósito...ou solução!
A incerteza do que vai ser o destino é algo que nos cerca e acompanha...e cabe-nos a nós, os fazedores do destino ultrapassar o estigma.
Mas o que é a vida senão um virar de página, um mundo de oportunidades e valores que vamos encontrando diariamente...estradas...
E aí...o que fazer?...Mudamos a nossa forma de pensar, que muda a nossa forma de viver.
Há uns tempos dizia que não tinha palavras sequer para descrever o que estaria a sentir, na realidade continuo a não ter...senti, sinto e vou sentir...pelo tempo que tiver que sentir.
Aquilo que às vezes parece uma utopia e quimera, acaba por se revelar, o que nem sempre agrada ao nosso olhar e objectivo. Estes últimos tempos têm sido para mim de muita aprendizagem, e quando o digo pense-se que falo de uma aprendizagem como ser humano, vivo momentos incríveis, inexplicáveis, conheço pessoas fantásticas e inesquecíveis.
E aquilo que outrora eu achava incerteza, foi-se apagando de uma forma...revelando-se por outra, e assim se ultrapassando, não existem impossíveis, existem é possíveis que não queremos que o sejam...
"A diferença entre o possível e o impossível está na vontade humana."
LOUIS PASTEUR
A incerteza do que vai ser o destino é algo que nos cerca e acompanha...e cabe-nos a nós, os fazedores do destino ultrapassar o estigma.
Mas o que é a vida senão um virar de página, um mundo de oportunidades e valores que vamos encontrando diariamente...estradas...
E aí...o que fazer?...Mudamos a nossa forma de pensar, que muda a nossa forma de viver.
Há uns tempos dizia que não tinha palavras sequer para descrever o que estaria a sentir, na realidade continuo a não ter...senti, sinto e vou sentir...pelo tempo que tiver que sentir.
Aquilo que às vezes parece uma utopia e quimera, acaba por se revelar, o que nem sempre agrada ao nosso olhar e objectivo. Estes últimos tempos têm sido para mim de muita aprendizagem, e quando o digo pense-se que falo de uma aprendizagem como ser humano, vivo momentos incríveis, inexplicáveis, conheço pessoas fantásticas e inesquecíveis.
E aquilo que outrora eu achava incerteza, foi-se apagando de uma forma...revelando-se por outra, e assim se ultrapassando, não existem impossíveis, existem é possíveis que não queremos que o sejam...
"A diferença entre o possível e o impossível está na vontade humana."
LOUIS PASTEUR
Tão perto, não importa o quão distante,
Não poderia ser muito mais (distante) do coração.
Eternamente confiando em quem somos
E nada mais importa.
Nunca me abri deste jeito,
A vida é nossa, nós a vivemos do nosso modo
Todas estas palavras, eu não digo apenas (por dizer)
E nada mais importa.
Confiança eu procuro e encontro em você
Cada dia para nós é algo novo.
Mente aberta para uma concepção diferente,
E nada mais importa.
Nunca me importei com o que eles fazem,
Nunca me importei com o que eles sabem,
Mas eu sei.
Tão perto, não importa o quão distante
Não poderia ser muito mais (distante) do coração.
Eternamente confiando no que nós somos
E nada mais importa.
Nunca me importei com o que eles fazem,
Nunca me importei com o que eles sabem,
Mas eu sei.
Nunca me abri deste jeito,
A vida é nossa, nós a vivemos do nosso modo
Todas estas palavras, eu não digo apenas (por dizer)
E nada mais importa.
Confiança eu procuro e encontro em você
Cada dia para nós é algo novo.
Mente aberta para uma concepção diferente,
E nada mais importa.
Nunca me importei com o que eles dizem,
Nunca me importei com os jogos que eles jogam,
Nunca me importei com o que eles fazem,
Nunca me importei com o que eles sabem,
E eu sei, yeah.
Tão perto, não importa o quão distante
Não poderia ser muito mais (distante) do coração.
Eternamente confiando no que nós somos
E nada mais importa.
sábado, 24 de setembro de 2011
A correr pela Vida!
A nossa vida!
A tua...a minha, é feita e preenchida por um início e um fim. E nós, os que estamos na vida temos de vivê-la!!!
Às vezes no nosso dia a dia relatamos estados de sobrevivência, e será que foi para isso que nos foi dada a vida...para sobreviver.
A realidade é que devemos correr, pois a vida não é uma caminhada, é algo mais forte e poderoso, algo que nos aquece o coração, que nos enche a alma e então, devemos nós caminhar? Ou devemos correr, correr com objectivos, propósitos, crenças, vontades. abdicando do que não nos faz falta, do que não necessitamos.
Citando alguém com quem tanto aprendo, "Imaginem que a vossa vida está a ser vivida num estádio!"...
Acham que seríamos a plateia, alguém sentado a assistir, deleitado no seu sossego errante...não, seríamos sim as peças do "Jogo", mas não peças que caminhavam ou deambulavam perdidas sem rumo, seríamos sim peças com fio condutor, com direção, com força de chegar ao verdadeiro propósito da vida...a meta.
Pois se alguém entra para vencer, tem de saber como o fazer, organizando todos os objectivos e misturando todas as forças e vontades...e agora pensam, mas para eu vencer terei de chegar em primeiro, tenho de ultrapassar, tenho de correr e correr, pois quero o meu prémio, mas há algo de distinto nesta corrida...nesta maratona...a tal que vos tenho estado a falar, a que eu ouvi falar e me inspirou para esta partilha de palavras.
Essa maratona, vence, não quem chega em primeiro, mas sim quem chega ao fim, sem correr para trás, parar ou até caminhar...
E agora depois de fechares os teus olhos, "vê"...Como é que tu estás a correr a tua corrida?
A questão foi colocada...e agora deixo-vos com ela!
COMO ESTAMOS NÓS A CORRER A NOSSA CORRIDA?
A tua...a minha, é feita e preenchida por um início e um fim. E nós, os que estamos na vida temos de vivê-la!!!
Às vezes no nosso dia a dia relatamos estados de sobrevivência, e será que foi para isso que nos foi dada a vida...para sobreviver.
A realidade é que devemos correr, pois a vida não é uma caminhada, é algo mais forte e poderoso, algo que nos aquece o coração, que nos enche a alma e então, devemos nós caminhar? Ou devemos correr, correr com objectivos, propósitos, crenças, vontades. abdicando do que não nos faz falta, do que não necessitamos.
Citando alguém com quem tanto aprendo, "Imaginem que a vossa vida está a ser vivida num estádio!"...
Acham que seríamos a plateia, alguém sentado a assistir, deleitado no seu sossego errante...não, seríamos sim as peças do "Jogo", mas não peças que caminhavam ou deambulavam perdidas sem rumo, seríamos sim peças com fio condutor, com direção, com força de chegar ao verdadeiro propósito da vida...a meta.
Pois se alguém entra para vencer, tem de saber como o fazer, organizando todos os objectivos e misturando todas as forças e vontades...e agora pensam, mas para eu vencer terei de chegar em primeiro, tenho de ultrapassar, tenho de correr e correr, pois quero o meu prémio, mas há algo de distinto nesta corrida...nesta maratona...a tal que vos tenho estado a falar, a que eu ouvi falar e me inspirou para esta partilha de palavras.
Essa maratona, vence, não quem chega em primeiro, mas sim quem chega ao fim, sem correr para trás, parar ou até caminhar...
E agora depois de fechares os teus olhos, "vê"...Como é que tu estás a correr a tua corrida?
A questão foi colocada...e agora deixo-vos com ela!
COMO ESTAMOS NÓS A CORRER A NOSSA CORRIDA?
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Ligação à realidade...
Sei que muitos de vocês o fazem...ligação à realidade...a música...nossa companheira de vida...
Esta já tem dono...para ti!
Esta já tem dono...para ti!
domingo, 11 de setembro de 2011
Um dia especial!
Hoje e após ter acordado pensei (vai ser um dia como muitos outros que já vivi), saí de casa, fiz o que habitualmente ao Domingo costumo fazer. Mas eis que algo de bom acontece, algo que havia programado, pedido e imaginado há já algum tempo aparece, apesar de o querer muito, nunca o imaginei como algo que precisava, e na realidade após o dia de hoje, vejo o quanto precisava. (Actos 3:1-8).
Por vezes ouço dizer "o tempo de Deus não é o nosso tempo", é verdade, não podemos viver desesperadamente a pensar no que queremos ver realizado em nossas vidas, quando nem sempre o que queremos em nossas vidas, é necessariamente o que precisamos, ouvi hoje estas palavras, e achei que devia reflectir sobre elas.
Aliás, convido-vos a reflectir nestas palavras, pensem em algo que todos os dias anseiam que vos aconteça, e agora fechem os olhos...será que é mesmo disto que eu preciso. Ás vezes são coisas tão simples, tão fáceis e nós...hmm...complicamos e complicamos.
No dia 2 de Julho do corrente ano decidi...aliás não decidi...senti, falaram-me ao ouvido, que algo tinha de mudar na minha vida, e acabei, acabei não...acabamos por tornar esse dia tão especial que o vou viver todos os dias, e então e desde esse dia tem sido um novo caminhar de vontades e de vida. Acabei mais entregue a Deus, a ouvir a palavra de Deus, que me condenem os descrentes, os que vivem na sombra de não saber o que é sentir o seu AMOR.
Voltando ao dia de hoje, o dia em que decidi focalizar, dedicar, entregar, algo que sei fazer, que sonho fazer, a Deus, e lá estarei...na próxima 4º feira a Louvar ao senhor em canto, quem o faz sabe do que falo. É algo único, extraordinário...
Pensem nisto...quantos vezes perdemos tempo a fazer algo ordinário...que nos esquecemos de fazer algo extraordinário...
Por vezes ouço dizer "o tempo de Deus não é o nosso tempo", é verdade, não podemos viver desesperadamente a pensar no que queremos ver realizado em nossas vidas, quando nem sempre o que queremos em nossas vidas, é necessariamente o que precisamos, ouvi hoje estas palavras, e achei que devia reflectir sobre elas.
Aliás, convido-vos a reflectir nestas palavras, pensem em algo que todos os dias anseiam que vos aconteça, e agora fechem os olhos...será que é mesmo disto que eu preciso. Ás vezes são coisas tão simples, tão fáceis e nós...hmm...complicamos e complicamos.
No dia 2 de Julho do corrente ano decidi...aliás não decidi...senti, falaram-me ao ouvido, que algo tinha de mudar na minha vida, e acabei, acabei não...acabamos por tornar esse dia tão especial que o vou viver todos os dias, e então e desde esse dia tem sido um novo caminhar de vontades e de vida. Acabei mais entregue a Deus, a ouvir a palavra de Deus, que me condenem os descrentes, os que vivem na sombra de não saber o que é sentir o seu AMOR.
Voltando ao dia de hoje, o dia em que decidi focalizar, dedicar, entregar, algo que sei fazer, que sonho fazer, a Deus, e lá estarei...na próxima 4º feira a Louvar ao senhor em canto, quem o faz sabe do que falo. É algo único, extraordinário...
Pensem nisto...quantos vezes perdemos tempo a fazer algo ordinário...que nos esquecemos de fazer algo extraordinário...
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Entropia e Inércia
Na maioria dos casos o ser humano deixa-se levar por estes dois conceitos, talvez a própria cultura de um povo possa originar este comportamento.
Muito recentemente estive a fazer uma formação, onde achei adequado falar sobre Motivação, sim nos dias que correm falar sobre este assunto é quase surreal.
O que pude detectar é que o ser humano na maioria das vezes está ou sente-se sem energia...errado, pois o corpo humano é detentor de uma fonte de energia única, que em muitas vezes, senão na maioria das vezes, essa tal energia é utilizada como auto-destruição (entropia), e então eis que chegamos a um estado de Inércia quase absoluto...
aproveitamos tão pouco aquilo que Deus nos deu e construiu, somos uma máquina repleta de emoções, conceitos, ideias...e onde estão todas elas...escondidas pelo estado inerte a que nos entregamos.
Hoje e ao fim de 33 de vida, vou percebendo que muitas vezes estive também focalizada neste tipo de comportamento, aliás continuo a tê-lo em algumas situações, mas já com uma grande diferença, é que agora aprendo a dar a volta por cima e vivo...Vivo com aquilo que tenho, que trabalho e construo...fecha-se uma janela...abre-se uma porta.
Tenho convicções...vontades.
E com elas faço sempre algo melhor...escuto, paro e penso...concluo.
Não quero...nem vou viver assim!
Muito recentemente estive a fazer uma formação, onde achei adequado falar sobre Motivação, sim nos dias que correm falar sobre este assunto é quase surreal.
O que pude detectar é que o ser humano na maioria das vezes está ou sente-se sem energia...errado, pois o corpo humano é detentor de uma fonte de energia única, que em muitas vezes, senão na maioria das vezes, essa tal energia é utilizada como auto-destruição (entropia), e então eis que chegamos a um estado de Inércia quase absoluto...
aproveitamos tão pouco aquilo que Deus nos deu e construiu, somos uma máquina repleta de emoções, conceitos, ideias...e onde estão todas elas...escondidas pelo estado inerte a que nos entregamos.
Hoje e ao fim de 33 de vida, vou percebendo que muitas vezes estive também focalizada neste tipo de comportamento, aliás continuo a tê-lo em algumas situações, mas já com uma grande diferença, é que agora aprendo a dar a volta por cima e vivo...Vivo com aquilo que tenho, que trabalho e construo...fecha-se uma janela...abre-se uma porta.
Tenho convicções...vontades.
E com elas faço sempre algo melhor...escuto, paro e penso...concluo.
Não quero...nem vou viver assim!
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