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segunda-feira, 18 de junho de 2018

Ao virar de um toque!

Não passava de mais um dia comum, era com toda a certeza mais um dia comum, cinzento e completamente ausente de luz, inserido nos dias comuns... vividos... arrastados...
E apesar de sentir que o meu coração me falava, teimava eu em não o ouvir, teimava eu em olhar para o lado e apagar o que jamais podia ser apagado.
Mas naquele dia eu respirei, a minha pele respirou, deixei que ao meu ouvido eu ouvisse... vai, vai... hoje não é um dia comum... e tudo se transformou em pureza, em energia... em emoção.
Imediatamente coração e razão, entraram num enlace, entre o apaixonante e o trémulo. E sim aquele não era um dia comum.
Aquele era o dia, o dia que a minha pele esperava, o dia em que esperava apenas por um toque, era o dia em que o meu olhar escolhia procurar desesperadamente o teu... e em que o respirar se tornou nosso.
E a razão tentou ainda vencer, e falar mais alto, o tempo tentou ainda ganhar... E pensava eu que era mais um dia comum, ordinário entre os demais...

E que cada minuto seja vivido... é isso... cada minuto deve ser vivido!







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